A revolução industrial e sua influência na reestruturação da vida familiar

Autores

  • Gladison Luciano Perosini

DOI:

https://doi.org/10.23899/relacult.v3i3.435

Palavras-chave:

revolução industrial, vida familiar. industrialização, trabalho

Resumo

Este artigo apresenta uma contribuição teórica para a discussão sobre a alteração da vida familiar com o advento da Revolução Industrial ocorrido na Europa em meados do século XVIII. O texto relaciona o desenvolvimento dos centros urbanos e sua influência na mudança da estrutura familiar decorrentes da era moderna que arregimentou a mão de obra para a proximidade das fábricas, afastando-se a vida rural e do trabalho doméstico. A individualização da humanidade e a interdependência social foram à criação resultante da modernidade, em que a pessoa ser único, depende de saberes exclusivos para sua época para tramitar com certa facilidade na sociedade moderna e para nela subsistir.

Biografia do Autor

Gladison Luciano Perosini

Mestre em Sociologia Política pela Universidade Vila Velha-ES. Professor Universitário. Pesquisador do Núcleo de Estudos em Política e Sociedade - NEPS - UVV

Referências

AIRES, Maria Juracy. Técnicas e tecnologia do parto: a produção e apropriação do conhecimento tecnológico por parteiras tradicionais [Dissertação]. Curitiba, 2006.

BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2001.

BELL, Daniel. O advento da sociedade pós-industrial: uma tentativa de previsão social. São Paulo: Editora Cultrix, 1977.

BENAKOUCHE, Tamara. Tecnologia é sociedade: contra a noção de impacto tecnológico. Cadernos de Pesquisa, v. 17, 1999, p. 1-28.

BOMENY, Helena et AL. Tempos Modernos, tempos de sociologia. 2. ed. São Paulo: Ed. do Brasil. Volume Único, 2013.

CAVALCANTE, Zedequias Vieira; DA SILVA, Mauro Luis Siqueira. A Importância da Revolução Industrial no mundo da tecnologia, 2011.

DRUCKER, Peter. O futuro já chegou. Revista Exame, v. 22, n. 03, 2000.

ELIAS, Norbert. A sociedade dos indivíduos. Zahar, 1994.

FRAGOSO, Tiago de Oliveira. Modernidade líquida e liberdade consumidora: o pensamento crítico de Zygmunt Bauman. Perspectivas Sociais, n. 1, 2013.

GAIGER, Luiz Inácio Germany. A economia solidária diante do modo de produção capitalista. Caderno CRH, Salvador, n. 39, 2003.

GAMA, Ruy. História da Técnica e da tecnologia. São Paulo: Nobel/EDUSP, 1985.

HUBERMAN, Leo. História da riqueza do homem, 1981.

MAGALHÃES FILHO, Francisco de B.B. História Econômica. São Paulo: Sugestões Literárias, 1970.

MARTINS, Carlos Benedito. O que é sociologia. Brasiliense, 1988.

MARX, Karl. Manuscritos econômicos filosóficos. São Paulo: Martin Claret. (Coleção a Obra-Prima de cada autor), 2001.

MIRANDA, Fernando Silveira Melo Plentz. A mudança do paradigma econômico, a Revolução Industrial e a positivação do Direito do Trabalho. Revista Eletrônica Direito, v. 3, n. 1, 2012, p. 1-24.

QUINTANEIRO, Tania. Um toque de clássicos – Marx | Durkheim | Weber. Editora UFMG, 2003.

SCANDELAI, Aline Linares de Oliveira. A precarização do trabalho: da revolução industrial ao neoliberalismo. In: Colloquium Humanarum. 2012, p. 21-31.

SINGER, Paul. Desenvolvimento capitalista e desenvolvimento solidário. Estudos avançados, v. 18, n. 51, 2004, p. 7-22.

VARES, Sidnei Ferreira de. Solidariedade Mecânica e Solidariedade Orgânica em Émile Durkheim: Dois Conceitos e um Dilema. Mediações-Revista de Ciências Sociais, v. 18, n. 2, 2013, p. 148-171.

VARGAS, Milton. Os filtros sociais da tecnologia. Revista USP, n. 28, 1996, p. 222-231.

Downloads

Publicado

22/08/2018

Como Citar

Perosini, G. L. (2018). A revolução industrial e sua influência na reestruturação da vida familiar. RELACult - Revista Latino-Americana De Estudos Em Cultura E Sociedade, 3(3). https://doi.org/10.23899/relacult.v3i3.435

Edição

Seção

Artigos - Fluxo Contínuo