Mal-estar docente e absenteísmo: uma relação de trabalho e saúde das professoras de Educação Infantil

Autores

DOI:

https://doi.org/10.23899/relacult.v1i02.39

Palavras-chave:

Infant education, health licenses, docent work.

Resumo

Resumo

 

Este texto apresenta resultados parciais da pesquisa Trabalho e saúde das professoras de Educação Infantil das escolas públicas municipais da região sul do Rio Grande do Sul quanto às licenças de saúde tiradas por docentes e auxiliares entre os anos 2012 e 2014. Os dados foram coletados por dois instrumentos: o Questionário sobre o Conteúdo do Trabalho (Job Content Questionnaire – JCQ) e o Questionário Complementar.  A análise dos dados do primeiro instrumento revela que 25,7% das professoras dizem realizar um trabalho de alta exigência psicológica e baixo controle, enquanto que o segundo instrumento indica que 40,95% das respondentes tiraram licença no período citado cujos principais motivos são os problemas viróticos e emocionais. Os dados apontam, também, que 46,6% das respondentes utilizam medicamentos no processo de trabalho. Tais resultados indicam que parte da categoria encontra-se doente e que são inúmeros os fatores que levam ao adoecimento das professoras e auxiliares.

 

Palavras-Chave: educação infantil, licenças de saúde, trabalho docente.

 

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Publicado

31/12/2015

Como Citar

Luongo Silveira, M. L. (2015). Mal-estar docente e absenteísmo: uma relação de trabalho e saúde das professoras de Educação Infantil. RELACult - Revista Latino-Americana De Estudos Em Cultura E Sociedade, 1(02), 99–102. https://doi.org/10.23899/relacult.v1i02.39

Edição

Seção

Dossiê - Educação, Política e Sociedade