“¡Es muy difícil! ¡Es muy difícil!” Quando as barreiras linguísticas conduzem à margem a necessidade de um acolhimento intercultural e de uma formação pedagógica em línguas

Autores

DOI:

https://doi.org/10.23899/relacult.v5i5.1105

Palavras-chave:

Acolhimento Intercultural, Barreiras Linguísticas, Políticas linguísticas, Segunda Língua, Tríplice Fronteira Brasil, Paraguai e Argentina.

Resumo

As fronteiras são comumente marcadas pelo ir e vir de sujeitos em busca de atrativos, atendimentos, oportunidades e até mesmo moradia. Assim, as pessoas movidas por diferentes motivos transpõem fronteiras frequentemente e, uma vez perpetrado como algo cotidiano, as dificuldades de comunicação são ofuscadas quando está em jogo o emprego de línguas semelhantes, como é o caso da língua portuguesa e da língua espanhola que permeiam a Tríplice Fronteira Brasil, Paraguai e Argentina. Contudo, somente aqueles que precisam se comunicar através de outras línguas compreendem como a falta de conhecimento delas prejudica a interação, principalmente, quando se encontram fora do seu país de origem. Diante disso, objetiva-se refletir sobre a maneira como ocorre a recepção e alocação de estudantes estrangeiros nas instituições de ensino municipal de Foz do Iguaçu, no Ensino Fundamental I, cuja língua materna não é o português, e se há ou não a necessidade de uma educação em línguas com foco no ensino de segunda língua. Para tanto, foram realizadas entrevistas com professores que já tiveram ou têm alunos estrangeiros e com a equipe pedagógica das escolas, procurando refletir sobre as práticas pedagógicas empregadas ou que contribuiriam de maneira mais adequada quando em contato com crianças estrangeiras falantes de outras línguas. Desse modo, empregam-se pressupostos teóricos concernentes às Políticas Linguísticas (OLIVEIRA, 2013; VON BORSTEL, 2013, OLIVEIRA e SILVA, 2-17), Acolhimento Intercultural e Ensino de Línguas (RIBEIRO, 2018), e Ensino de Línguas para crianças (FERREIRA, 2013; FERREIRA e SANTOS, 2010).

Biografia do Autor

Simone Beatriz Cordeiro Ribeiro, Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA)

Doutora em Letras. Docente de Português Língua Adiconal na Universidade Federal da Integração Latino-Americana. Ciclo Comum de Estudos.

Gilvan Müller de Oliveira, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Professor Doutor da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC, Florianópolis, Brasil. Coordenador Geral da Cátedra UNESCO Políticas Linguísticas para o Multilinguismo.

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Publicado

31/05/2019

Como Citar

Cordeiro Ribeiro, S. B., & Oliveira, G. M. de. (2019). “¡Es muy difícil! ¡Es muy difícil!” Quando as barreiras linguísticas conduzem à margem a necessidade de um acolhimento intercultural e de uma formação pedagógica em línguas. RELACult - Revista Latino-Americana De Estudos Em Cultura E Sociedade, 5(5). https://doi.org/10.23899/relacult.v5i5.1105

Edição

Seção

II - Seminário Latino-Americano de Estudos em Cultura

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